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1 Mulher

até para nascer temos que dar a volta

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até para nascer temos que dar a volta

03.Fev.17

coisas dos ‘entas'

ao longo da vida, houve momentos em que dei importância a coisas que não tinham importância nenhuma, e pior, a pessoas que não mereciam que eu sofresse… aprendi que se alguém só me procura quando precisa, então não é meu amigo, e também dispenso pessoas que vêm problemas em todas as soluções que encontramos para as ajudar… considero família todos aqueles que nos querem bem, sejam eles amigos, ou os que “partilham o mesmo sangue”…

 

relativizo muito mais,  só dou importância ao que realmente importa e ao que depende de mim e dos meus atos… vivo a minha vida, e só (um só que é imenso)… evidentemente que se alguém próximo me pedir ajuda para alguma coisa, estou sempre disponível, mas não vivo os seus problemas, e não me anulo.. os meus bastam-me…

 

cada vez mais me identifico com o voluntariado, com ajudar o próximo, seja em que circunstancia for, de que forma for… a ajuda pode ser somente um abraço, ou um sorriso. o meu local de trabalho tem um grupo organizado que fomenta atividades nesta área, onde já participei diversas vezes, mas para mim, é o voluntariado anónimo que me enriquece… não importa quem eu sou, mas sim o que dou de mim..

 

sempre gostei de me vestir de forma diferente, ser arrojada em algumas coisas, continuo a gostar.. mas se com 16 anos ter umas calças de marca me diziam imenso, agora são somente umas calças… é indiferente… desde que me sinta bem, isso é que importa

 

preservo muito a minha privacidade, porque sei que por vezes, se estamos felizes, a felicidade incomoda, se estamos tristes, a tristeza dá felicidade… estranho mundo este… sou neutra, para quem não me merece a minha essência

 

a felicidade está em mim, só em mim, há muito que deixei o 1+1

 

continuo a parecer um pouco mais nova, e com a fisionomia dos meus ‘intas, mas o que importa verdadeiramente é o que tenho dentro de mim.. sou adolescente quando converso com a minha filha, uma menina pequena quando brinco com a minha sobrinha, e uma filha-mãe quando estou com meus pais

 

a idade é efetivamente um número, que nos dá uma maturidade imensa

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