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até para nascer temos que dar a volta

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29.Out.18

do fim de semana - Museu dos Coches (o novo)

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créditos

O novo Museu dos Coches surge em Belém como um equipamento cultural mas também como um lugar público. Nas palavras do arquiteto Paulo Mendes da Rocha “o museu não tem porta e relaciona-se para todos os lados”. Mais que um museu, o projeto funciona como uma infraestrutura urbana, que oferece ‘espaço público’ à cidade.
 
Convergiram assim duas preocupações, por um lado a necessidade imperativa de aumentar a área expositiva do museu assim como a sua infraestrutura técnica de apoio, mas também a indispensabilidade de criar novas valências para o público daquele que é o museu mais visitado do país. Por outro lado, contou a necessidade de realizar o remate daquela que é uma das mais importantes frentes urbanas de Lisboa, a zona monumental de Belém, tendo a construção do novo edifício incentivado uma nova dinâmica do território envolvente ao museu, criando novos espaços públicos e percursos na cidade que evocam anteriores vivências.
 
O novo edifício do Museu dos Coches é constituído por um pavilhão principal com uma nave suspensa e um anexo, com uma ligação aérea, que assegura a circulação entre os dois edifícios. A disposição espacial destes corpos cria uma espécie de pórtico que aponta para uma praça interna, para onde também se viram as construções antigas da Rua da Junqueira.
 
O novo Museu inclui espaços para exposição permanente e temporária, áreas de reservas e uma oficina de conservação e restauro que contribuirá para o desenvolvimento da conservação e restauro deste tipo de património.
 
Foram concebidos novos espaços destinados, à Biblioteca, ao Arquivo assim como um Auditório que potencia a realização de um conjunto de atividades culturais que vêm engrandecer a programação pública do museu.
 
Para acolhimento dos visitantes foram programados espaços de restauração, uma Loja do Museu e um Posto de Informação Turística.
 
Finalmente devem ser mencionadas as áreas envolventes do novo edifício, designadamente a Praça do Museu uma zona de acesso livre e que se constitui também, como um lugar de passeio e lazer público.

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Um espaço que nos surpreendeu, não só pelo espólio que está disponível para os visitantes, como também pela ligação do novo (toda a arquitectura do edificio) com o antigo (as peças em exposição), que funciona muitíssimo bem.